
Humberto de Campos, nascido em Miritiba (atualmente Humberto de Campos), no Maranhão, foi um destacado escritor e jornalista brasileiro. Filho de Joaquim Gomes de Farias Veras e Ana de Campos Veras, sua infância foi marcada pela perda do pai aos seis anos, levando-o a mudar-se para São Luís e trabalhar no comércio para ajudar sua família. Aos 17 anos, iniciou sua trajetória no jornalismo no Pará, e aos 24 anos publicou seu primeiro livro, “Poeira”.
Humberto mudou-se para o Rio de Janeiro em 1912, onde se tornou um nome proeminente no jornalismo e na literatura, fazendo amizades com figuras como Olavo Bilac. Ele se destacou por suas crônicas e textos sob o pseudônimo “Conselheiro XX”. Sua conexão com a natureza é evidenciada pelo Cajueiro de Humberto de Campos, plantado por ele no Piauí e hoje um local de homenagem.
Em 1919, Humberto ingressou na Academia Brasileira de Letras e começou sua carreira política, interrompida pela Revolução de 1930. Após um período de dificuldades financeiras, envolveu-se com a educação e a Fundação Casa de Rui Barbosa. Em 1933, publicou suas “Memórias”, refletindo sobre sua vida até aquele ponto. Após seu desencarne em 1934, no Rio de Janeiro, Humberto de Campos continuou a escrever através da mediunidade de Chico Xavier. Entre as obras atribuídas a ele estão “Crônicas de Além-Túmulo”, “Novas Mensagens”, “Boa Nova” e “Palavras do Infinito”. Esses textos contribuem significativamente para a literatura espírita, oferecendo reflexões profundas sobre a vida e o além.
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